Smarkets

Relacionamento em compras: o segredo para otimizar indicadores e impulsionar sua gestão

No mundo dinâmico da gestão de compras, construir relacionamentos sólidos é essencial para o sucesso. Estes relacionamentos não só garantem melhores negociações, mas também fortalecem a cadeia de suprimentos, promovem a inovação e melhoram a satisfação dos stakeholders. Essa conexão deve acontecer com seus fornecedores e clientes internos, pois stakeholders representam todos os membros da equipe envolvidos em uma empresa, cada um com um interesse particular na gestão e nos resultados de um projeto, exercendo ou sofrendo influência, direta ou indiretamente, no seu desempenho e desdobramento. Neste artigo, exploraremos a importância de construir relacionamentos em compras e compartilharemos estratégias para criar conexões autênticas com stakeholders. Além disso, discutiremos como medir a performance por meio de KPIs e utilizar dados para aprimorar o seu atendimento. Por que construir relacionamento é tão importante? Em um mercado cada vez mais competitivo, construir relacionamentos fortes com stakeholders é essencial. Esses relacionamentos criam uma base sólida de confiança mútua, levando a uma maior satisfação dos clientes internos, aumento da lealdade dos fornecedores e parcerias comerciais duradouras. Embora a tecnologia esteja evoluindo para nos auxiliar, aliviando a carga de trabalho repetitiva através de ferramentas como IA generativa, machine learning e big data, ainda é crucial investir em relacionamentos. Afinal, somos seres humanos, sociáveis por natureza, que prosperam em redes coletivas e colaborativas.  No final das contas, as pessoas desejam que suas demandas sejam atendidas sem estresse ou complicações, permitindo que seu fluxo de trabalho continue sem interrupções. Cumprir compromissos no tempo certo e com qualidade, aumenta a satisfação geral e a sensação de dever cumprido. Por isso, os stakeholders valorizam mais do que apenas a venda e aquisição de produtos e serviços; eles buscam experiências positivas e confiança em suas parcerias. Como criar uma conexão com seus stakeholders? Criar uma conexão genuína com stakeholders vai além de simples transações comerciais. Envolve o desenvolvimento de relacionamentos interpessoais autênticos, que estão profundamente enraizados no aspecto humano mencionado anteriormente, uma vez que os seres humanos têm uma inclinação natural para se conectar uns com os outros. Fernando Mendes, Gerente de Suprimentos na M. Dias Branco, reforça essa ideia e destaca a importância de estabelecer um relacionamento direto com o cliente interno como uma das habilidades essenciais para um comprador. “O relacionamento interpessoal e a habilidade de lidar bem com o cliente são essenciais. Quem forma conexões produtivas e genuínas se destaca. Toda vez que fazemos um processo seletivo ou avaliamos nossa equipe de suprimentos, essa é uma métrica que sempre está na linha de frente”. Com base nisso, aqui estão algumas estratégias eficazes para cultivar esses relacionamentos: Conheça seus clientes internos: entenda as necessidades, desejos e comportamentos de compra dos seus clientes internos. Utilize pesquisas, feedbacks e dados de vendas para personalizar suas interações. Comunicação eficiente com fornecedores: mantenha uma comunicação aberta, transparente e constante. Use diversos canais, como e-mail, redes sociais e reuniões presenciais ou virtuais, para manter os fornecedores informados e engajados. Seja responsivo e empático: mostre que você se importa com seus stakeholders, respondendo, assim que possível, às suas dúvidas e preocupações. A empatia e a atenção aos detalhes fazem toda a diferença. KPIs: como medir a performance do atendimento em compras? Existem diferentes KPIs que podem ser utilizados para avaliar a performance do atendimento em compras. Em nosso post “Atendimento aos Clientes Internos em Procurement: Estratégias para Excelência e Inovação“, detalhamos os principais indicadores de qualidade em compras. São eles: SLA (Service Level Agreement) OTIF (On Time In Full) Saving e/ou Cost Avoidance NPS (Net Promoter Score) Desempenho de Fornecedores Essas métricas são importantes porque ajudam a monitorar e melhorar a eficiência do processo de procurement, garantindo que as expectativas dos stakeholders sejam atendidas de maneira consistente. Além disso, ao medir e analisar esses KPIs, é possível identificar áreas de melhoria, otimizar custos, aumentar a satisfação dos clientes internos e externos e fortalecer as relações com fornecedores. Como destaca Aline Horstmann Rebelo, Head Procurement LA na Stellantis, os KPIs variam de acordo com as áreas. Além da análise de custo e saving, emissão de pedidos em curto espaço de tempo e atendimento de demanda com qualidade e agilidade, o fator relacionamento é essencial: “A qualidade do atendimento, das recomendações, das nomeações de novos fornecedores e a manutenção desses fornecedores e serviços no dia a dia, tanto na área interna quanto na externa, são pontos cruciais. Consideramos esses aspectos como KPIs primordiais, pois nos permitem avaliar tanto o nível de serviço da área quanto o desempenho individual de cada comprador”. Utilizando Informações internas e externas para Melhorar o Atendimento No universo de compras, a utilização de dados internos e informações públicas pode ser uma fonte valiosa para aprimorar seu atendimento e estratégias de relacionamento. Aqui estão algumas maneiras de aproveitar essas informações: Análise de dados de mercado: utilize relatórios de mercado, tendências de consumo e estudos setoriais disponíveis publicamente para entender melhor o cenário e obter maior previsibilidade nas entregas. Ajuste suas estratégias de compras com base nessas informações, permitindo uma adaptação mais ágil e eficaz. Por exemplo, durante a pandemia da COVID-19, muitas empresas tiveram que reavaliar suas estratégias e explorar novas possibilidades para continuar atendendo seus clientes. A análise de dados de mercado pode ajudar a identificar essas oportunidades e preparar sua empresa para enfrentar desafios no futuro.   Feedback e avaliações: analise avaliações e feedbacks dos clientes nos canais disponíveis na organização. Se não houver esse tipo de avaliação interna, vale a pena implementar estratégias para isso. Ter essa percepção pode te ajudar a identificar os pontos fortes e áreas de melhoria no atendimento ao cliente interno.   Benchmarking: compare suas práticas de compras e atendimento com as melhores práticas do setor. Além de pesquisar, invista em networking, participe de eventos e conheça histórias de quem está na linha de frente lidando com desafios em compras. Isso pode ajudar a identificar lacunas e oportunidades de melhoria. Construir e manter relacionamentos fortes no setor de compras é uma estratégia que traz benefícios duradouros para qualquer negócio. Ao focar na criação de conexões autênticas,

Key account em suprimentos: entenda o que é, importância e boas práticas

Imagine que sua empresa é um navio navegando pelos mares do mercado. Os key accounts são como as velas principais desse navio, capturando grandes oportunidades de negócio para o crescimento da empresa. Se uma vela principal estiver danificada, o navio perde velocidade e direção. Da mesma forma, perder um key account pode impactar severamente a receita e a estabilidade da empresa. A metáfora do navio ilustra bem a essência das key accounts. Também conhecidas como contas-chave, elas são cruciais para a estratégia não só do departamento de compras, mas de todo o negócio, pois impactam significativamente os resultados da empresa devido ao seu alto valor agregado. Essas contas exigem negociações mais longas e elaboradas, pois são extremamente relevantes em termos de potencial de mercado e participação no faturamento, refletindo diretamente os resultados dentro da organização. O tema é tão relevante que recebeu destaque na primeira edição do evento Procurement Showcase, realizado pela Smarkets, no painel  “Estratégias para qualidade em compras Spot”, que contou com a participação de Rafael Carmona, diretor de procurement na Pfizer, e Cardozo Carvalho, especialista em suprimentos na Gerdau, sob a mediação de Mônica Granzo, CEO e fundadora da Smarkets. Em um ambiente de compras cada vez mais dinâmico e complexo, entender a importância e impacto do key account – que também é considerado um conceito e uma função –  pode ser o divisor de águas que transformará a maneira como sua empresa gerencia a aquisição de bens e serviços críticos. Neste artigo, vamos explorar esses pontos, oferecendo insights dos palestrantes e apresentando as melhores práticas para você implementar essa abordagem com sucesso. Importância do key account em suprimentos Para entender a importância do key account na gestão de suprimentos, é necessário compreender o que diferencia essa estratégia da estratégia de compras. O comprador foca na aquisição eficiente e econômica. Ele é responsável por adquirir produtos, matérias-primas, bens e serviços necessários para a operação da empresa. Suas atividades incluem a pesquisa e avaliação de fornecedores, negociação de contratos, gerenciamento de inventários e garantia de que os produtos adquiridos sejam de alta qualidade e estejam dentro do orçamento. Por outro lado, o key account manager concentra-se na retenção e crescimento dos clientes-chave. Ele é responsável por gerenciar e manter relacionamentos com os principais clientes de uma empresa, focando no desenvolvimento de relações de longo prazo, oferecendo soluções personalizadas e identificando oportunidades para aumentar as vendas dentro dessas contas-chave. Por isso, o key account é considerado não apenas uma estratégia, mas também uma função dentro das empresas. Para alcançar bons resultados, é crucial entender por que incorporar o conceito  de key account é tão importante para a gestão de compras. Aqui estão três motivos: Geração de valor para stakeholders: key account bem gerenciado pode criar valor significativo para todos os stakeholders, desde requisitantes até clientes finais. Ao garantir que os fornecedores entreguem produtos e serviços de alta qualidade, as empresas podem melhorar a satisfação do cliente (interno e externo) e, consequentemente, a lealdade e a retenção. Eficiência em um ambiente complexo: em um contexto onde há uma constante demanda por redução de custos e maior agilidade, o key account em suprimentos permite uma gestão mais eficaz dos recursos. Através de parcerias estratégicas e negociações inteligentes, é possível obter melhores condições comerciais e operacionais. Alinhamento com o propósito do negócio: compreender o propósito do negócio e adaptar as estratégias de procurement a essas necessidades é fundamental. Isso significa que as aquisições devem não apenas suportar as operações diárias, mas também impulsionar os objetivos estratégicos de longo prazo da empresa. Key account e a relação com fornecedores A base para o sucesso na administração das contas-chave está na manutenção de boas relações com fornecedores, uma abordagem defendida pelo renomado especialista em gestão de suprimentos Peter Kraljic, conhecido por criar a famosa Matriz de Kraljic, ferramenta que ajuda a categorizar os itens de compra em quadrantes com base em seu impacto no negócio e no risco de fornecimento. Convido você a conferir outro artigo em nosso blog que aborda em detalhes e com exemplos práticos como utilizar a Matriz de Kraljic para otimizar a gestão de suprimentos. Peter Kraljic entendeu que a chave para um relacionamento eficaz está em reconhecer que nenhum fornecedor é igual e, portanto, têm diferentes necessidades, um ponto muitas vezes negligenciado pelas empresas. Assim como as necessidades dos clientes são prioritárias, as relações com fornecedores também devem ser cuidadosamente gerenciadas. Construir relações sólidas com fornecedores é vital, especialmente em tempos de escassez de recursos. Por exemplo, durante uma catástrofe natural que causa difícil acesso de materiais ou alimentos, empresas com parcerias de longo prazo com fornecedores enfrentam menos obstáculos. Como gerar valor para stakeholders Stakeholders são todas as pessoas que têm interesse ou são impactadas pelas atividades de uma empresa. Eles podem estar atuando dentro (clientes internos, requisitantes) ou fora do seu negócio (fornecedores, clientes finais). O papel de key account, nesse caso, deve ser o de fazer a ponte entre os stakeholders internos e os externos. Gerar valor para stakeholders envolve garantir que todas as partes interessadas se beneficiem das operações de procurement. Para Cardoso Carvalho, especialista em Suprimentos na Gerdau, o cenário atual de compras é repleto de variáveis complexas, que se tornam ainda mais desafiadoras quando se trata de compras spot. Quando questionado sobre a função de key account na geração de valor, ele destaca que a proximidade e escuta ativa com os stakeholders faz toda diferença: “Para o usuário, tudo é urgente. Precisamos ir ao mercado rapidamente para atender as necessidades dos requisitantes no menor tempo possível e com o menor custo. Por isso, valorizo muito a proximidade com o usuário. Por exemplo, a Smarkets visitou a usina [nas instalações da Gerdau] para entender melhor as necessidades dos usuários. É essencial ter tecnologia, mas também é crucial manter um contato próximo para entender suas dores e atender no menor prazo possível.” Boas Práticas no Key Account em Suprimentos Estabelecer boas práticas no key account em Suprimentos requer uma compreensão profunda das necessidades e

Desafios e soluções na cadeia de suprimentos: a importância das estratégias de catalogação

Como profissional de compras, certamente você já se deparou com uma série de desafios na gestão da cadeia de suprimentos, desde flutuação de demandas e incertezas de abastecimento, até a garantia da satisfação dos clientes internos, também conhecidos como stakeholders internos. A boa notícia é que existem formas de tornar sua rotina em procurement mais previsível e eficiente. Uma delas é a adoção de estratégias de catalogação, uma ferramenta poderosa que não só simplifica processos, mas também reduz custos e assegura respostas ágeis às demandas internas. Em nosso último artigo, exploramos a importância do atendimento aos clientes internos em procurement, ressaltando como a excelência nesse aspecto contribui para o sucesso global da empresa. Agora, iremos aprofundar ainda mais esse tema, destacando a relevância das estratégias de catalogação para melhorar esse atendimento. Vamos nessa? Como estratégias de catalogação transformam sua gestão de suprimentos? Em sua essência, a catalogação envolve a criação de uma base sólida de fornecedores, produtos e preços pré-acordados, eliminando a necessidade de cotações repetidas a cada requisição. Essa abordagem simplifica não apenas o processo de compra, uma vez que centraliza a gestão, mas também oferece transparência sobre os custos diretos e indiretos envolvidos na cadeia de suprimentos. Nesse contexto, ao ter acesso a um catálogo pré-aprovado de fornecedores e produtos, os solicitantes internos podem fazer pedidos de forma rápida e eficiente, garantindo que suas necessidades sejam atendidas com agilidade, precisão e qualidade. O papel fundamental dos dados na estratégia de catalogação Vale destacar o papel essencial desempenhado pela análise de dados nesse processo, uma vez que: Fornece insights preciosos sobre padrões de compra: a análise de dados permite identificar tendências e padrões de compra ao longo do tempo, possibilitando uma melhor compreensão das necessidades e preferências dos clientes internos. Diminui o tempo de entrega dos pedidos requisitados: ao utilizar a análise de dados de forma estratégica, é possível reduzir o tempo de entrega dos pedidos requisitados, garantindo uma resposta mais ágil e eficiente aos stakeholders internos. Apresenta oportunidades de otimização: a análise de dados revela áreas de oportunidade para otimização dos processos de compra, seja na negociação com fornecedores, na gestão de estoques ou na identificação de novas soluções que atendam às necessidades da empresa. Ou seja, a análise de dados permite que as empresas desenvolvam catálogos personalizados, alinhados com as necessidades específicas de cada área ou departamento, o que, por sua vez, contribui para uma maior eficiência no processo de compra. Estratégias de catalogação na prática: exemplos e impactos Imagine o exemplo de uma empresa de tecnologia que frequentemente adquire equipamentos e acessórios de informática. Para otimizar o processo de compra e garantir um atendimento mais ágil e eficiente ao cliente interno, a empresa decide implementar uma estratégia de catalogação.  A empresa começa realizando uma análise detalhada dos padrões de compra, volumes de demanda e preferências dos clientes internos. Esse levantamento permite identificar quais são os itens mais requisitados, os fornecedores mais confiáveis e as faixas de preço aceitáveis para cada categoria de produto. Com base nos dados coletados, a empresa desenvolve um catálogo integrado ao sistema de procurement, que pode incluir garantias de preços por períodos estabelecidos, como um ano. Isso permite que os solicitantes internos acessem facilmente os produtos disponíveis e façam suas solicitações de compra de maneira automatizada. Dessa forma, ao selecionar os itens desejados e enviar suas solicitações com apenas alguns cliques, aquilo que anteriormente poderia demandar dias ou até semanas agora é resolvido em questão de minutos. Percebe como a adoção de uma estratégia de catalogação pode transformar completamente a sua rotina de compras? Além de simplificar o processo de aquisição de produtos, essa iniciativa promove uma melhoria significativa na experiência dos colaboradores internos. E mais do que isso, libera espaço na equipe de compras para que possam direcionar seus esforços de forma mais estratégica. É importante ressaltar que, para garantir a eficiência e agilidade no processo de aprovação, é essencial contar com uma combinação de tecnologia avançada e uma equipe especializada em lidar com situações mais complexas durante a construção do catálogo. Essa abordagem integrada evita interrupções e garante a satisfação do cliente interno. Se você busca uma empresa parceira para garantir a continuidade de suas operações e a satisfação dos stakeholders internos, a Smarkets está aqui para ajudar! Com soluções especializadas em estratégias de catalogação e uma equipe dedicada, estamos prontos para impulsionar a eficiência e o sucesso de sua cadeia de suprimentos.

Atendimento aos clientes internos em procurement: estratégias para excelência e inovação

Na dinâmica da cadeia de suprimentos, o atendimento aos clientes internos, também conhecidos como stakeholders internos, desempenha um papel fundamental na eficiência e na qualidade das operações de procurement em qualquer organização.  Esses stakeholders representam todos os membros da equipe envolvidos em uma empresa, cada um com um interesse particular na gestão e nos resultados de um projeto, exercendo ou sofrendo influência, seja de forma direta ou indireta, no seu desempenho e desdobramento. Garantir um atendimento de excelência não apenas aumenta a satisfação dos clientes internos, mas também contribui significativamente para o sucesso global da empresa.  Neste texto, exploraremos o conceito de atendimento ao cliente em procurement, os indicadores de qualidade associados, estratégias para aprimoramento e as inovações e ferramentas disponíveis para alcançar esse objetivo. O que é o atendimento ao cliente em procurement? O atendimento ao cliente em procurement refere-se à prestação de serviços eficazes e eficientes para os clientes internos que solicitam produtos ou serviços relacionados à cadeia de suprimentos. Esses clientes internos podem incluir departamentos como vendas, produção, marketing, recursos humanos, entre outros. O objetivo principal é atender às necessidades e demandas desses clientes de forma oportuna, confiável e com qualidade. Principais indicadores de qualidade em compras  Todos os negócios bem-sucedidos reconhecem a importância dos indicadores de qualidade para avaliar o desempenho e a eficácia de suas operações. Na área de compras, esses indicadores desempenham um papel crucial, garantindo que os padrões de excelência sejam mantidos e aprimorados continuamente.  Com uma variedade de indicadores disponíveis, cada empresa tem a liberdade de selecionar o conjunto que melhor se adapta às suas necessidades. A seguir, destacamos os indicadores mais comuns na área de procurement: SLA (Service Level Agreement): este indicador estabelece os níveis de serviço esperados e as responsabilidades de todas as partes envolvidas no processo de procurement. O cumprimento desses acordos é essencial para garantir a satisfação do cliente interno e manter a transparência e a confiança nas operações. OTIF (On Time In Full): este indicador mede a capacidade dos fornecedores e prestadores de serviços de entregar os produtos ou serviços dentro do prazo estipulado e nas quantidades solicitadas. Cumprir os prazos e evitar falhas na entrega são fundamentais para manter a confiança dos stakeholders internos e garantir a continuidade das operações, evitando, contratempos e interrupções. Saving e/ou Cost Avoidance: é um indicador fundamental no contexto das operações de procurement. Saving ocorre quando uma empresa consegue adquirir um produto ou serviço a um preço mais baixo do que o esperado, como comprar um item pela segunda vez a um preço reduzido. Já o Cost Avoidance é quando um comprador evita um gasto que seria incorrido de outra forma, como escolher a opção mais econômica após analisar cotações de diferentes fornecedores, evitando assim gastos desnecessários. NPS (Net Promoter Score): é uma das métricas mais simples e úteis para avaliar a satisfação do cliente. Internamente, o NPS pode ser aplicado para avaliar a percepção dos stakeholders sobre o serviço de procurement. Um alto NPS indica clientes internos satisfeitos e tem a área de suprimentos como referência no segmento, promovendo uma cultura de qualidade e colaboração. Desempenho de fornecedores: avaliar o desempenho dos fornecedores é essencial para garantir a qualidade dos produtos e serviços recebidos. Isso inclui monitorar a pontualidade das entregas e a conformidade com os requisitos acordados, garantindo a seleção dos melhores parceiros para o negócio. 3 Estratégias de qualidade para procurement Para alcançar a excelência no atendimento ao cliente em procurement, é essencial adotar estratégias que vão garantir a qualidade e promover a eficiência operacional. Abaixo, destacamos três dessas estratégias que podem impactar positivamente suas operações: Comunicação clara e eficiente: estabelecer e manter linhas abertas de comunicação com os clientes internos é fundamental para compreender suas necessidades e expectativas. Algumas maneiras de alcançar isso inclui realizar reuniões regulares de acompanhamento, disponibilizar canais de comunicação acessíveis e transparentes e estruturar sistemas acessíveis e automatizados que permitam uma resposta mais ágil às demandas de compras.   Investimento em parcerias estratégicas: desenvolver relacionamentos sólidos e de longo prazo com fornecedores confiáveis é essencial para garantir a continuidade e a qualidade dos suprimentos. Isso envolve estabelecer parcerias baseadas na confiança mútua, transparência e compromisso com a excelência. Ao cultivar essas parcerias estratégicas, as organizações podem se beneficiar de melhores condições comerciais, acesso a inovações e garantias de qualidade nos produtos e serviços fornecidos.   Automatização de processos repetitivos: a automação de tarefas rotineiras pode melhorar a eficiência operacional e permitir que a equipe de procurement se concentre em atividades de maior valor agregado. Isso pode ser alcançado por meio da implementação de tecnologias avançadas, como sistemas de gestão de procurement e ferramentas de automação de fluxo de trabalho, que facilitam a rápida disponibilização de informações, integram as operações e simplificam o acompanhamento de pedidos. Vale ressaltar que, embora a tecnologia traga inúmeras vantagens, é importante contar com uma camada de serviço para atuar nos casos mais complexos, garantindo a continuidade das operações.  A Smarkets está aqui para te ajudar a navegar por caminhos mais tranquilos. Conte com a gente! Como podemos ver, o atendimento ao cliente em procurement desempenha um papel crucial no sucesso e na eficiência das operações de uma empresa. Ao adotar estratégias de qualidade, monitorar indicadores-chave e aproveitar as inovações tecnológicas disponíveis, as organizações podem garantir uma experiência superior para seus clientes internos, promovendo uma cultura de excelência e colaboração em toda a cadeia de suprimentos. Vale ressaltar que, embora a tecnologia traga inúmeras vantagens, é importante contar com uma camada de serviço para atuar nos casos mais complexos, garantindo a continuidade das operações.  A Smarkets está aqui para te ajudar a navegar por caminhos mais tranquilos. Conte com a gente! Soluções de e-procurement com aplicação dos conceitos de Strategic Sourcing são possibilidades para alcançar esses benefícios. Além disso, por meio da tecnologia é possível automatizar trabalhos e serviços, estruturar processos para ações preventivas e ter o acompanhamento de status de pedidos atualizados em tempo real. Como podemos ver, o atendimento ao cliente em procurement desempenha um papel crucial no

Gestão de suprimentos em um mundo VUCA: 5 estratégias para ter eficiência operacional

Se você trabalha com Gestão de Suprimentos, provavelmente já ouviu falar no Mundo VUCA, termo que surgiu na década de 1980, para descrever o ambiente geopolítico pós-Guerra Fria. Com o passar do tempo, o conceito se expandiu para diversos contextos, incluindo negócios, economia, política e sociedade em geral, descrevendo ambientes caracterizados pela Volatilidade (Volatily), Incerteza (Uncertainty), Complexidade (Complexity) e Ambiguidade (Ambiguity). No entanto, à medida que nos ajustamos à realidade atual, especialmente após a pandemia de Covid-19, percebemos que o termo VUCA tem se mostrado obsoleto. Em resposta, surgiu o conceito paralelo BANI, proposto pelo antropólogo Jamais Cascio e popularizado no artigo Facing the Age of Chaos, que oferece uma nova perspectiva para compreender e enfrentar os desafios do mundo contemporâneo, destacando aspectos como Frágil (Brittle), Ansioso (Anxious), Não linear (Non-linear) e Incompreensível (Incomprehensible). Quando consideramos a dinâmica das cadeias de suprimentos, tanto o mundo VUCA quanto o mundo BANI ressaltam a necessidade de adaptação, flexibilidade e resiliência por parte das organizações e indivíduos para prosperar em ambientes caracterizados por mudanças rápidas, incertezas e complexidades. Esses conceitos fornecem um quadro valioso para compreender e enfrentar os desafios impostos em um mundo cada vez mais dinâmico. Explorar alternativas para lidar com as incertezas e complexidades nas quais estamos mergulhados é o objetivo deste artigo. Te faço um convite: sente-se confortavelmente, pegue uma xícara de café e vamos juntos descobrir rotas que possam nos ajudar a navegar por esse ambiente desafiador. Os impactos de um mundo VUCA na cadeia de suprimentos Viver em um mundo VUCA tem vários impactos na cadeia de suprimentos, exigindo adaptações significativas para lidar com as mudanças rápidas e imprevisíveis: Apesar do cenário desafiador, a boa notícia é que é possível superá-lo. O caminho para escapar desse ambiente adverso passa pelo investimento em processos e estratégias de gerenciamento de riscos, visando garantir a continuidade das operações e a satisfação do cliente final. Em resumo, embora um mundo VUCA apresente desafios significativos para a cadeia de suprimentos, também oferece oportunidades para empresas que conseguem se adaptar e inovar em resposta às condições em constante mudança. Chegou  o momento de explorar algumas medidas que sua empresa pode adotar para enfrentar esses desafios com sucesso. 5 Estratégias para Compradores Superarem o Mundo VUCA 1. Desenvolver Soft Skills Compradores devem investir no desenvolvimento de soft skills, como adaptabilidade, resiliência, comunicação eficaz e pensamento crítico. Essas habilidades são essenciais para lidar com a complexidade e a incerteza do ambiente VUCA e BANI. Desenvolver essas competências permite lidar com o estresse de forma eficaz, mantendo a calma e a clareza mental para tomar decisões rápidas e eficientes. Como ressalta João Fábio Bianchi Garcia Silva, Professor do MBA da LiveU/INBRASC e Diretor de Supply Chain na Hospital Care, na série Pergunte ao Especialista: “Soft skills são essenciais para uma equipe de alta eficiência, pois capacitam os profissionais a identificar com antecedência e proatividade os riscos de interrupção, possibilitando ações preventivas.” 2. Cultivar parcerias estratégias Em um ambiente VUCA, onde as mudanças ocorrem rapidamente, as parcerias estratégicas proporcionam maior flexibilidade e resiliência à cadeia de suprimentos, permitindo que as empresas compartilhem recursos, conhecimentos e capacidades para enfrentar desafios. Além disso, reduzem os riscos associados à dependência de um único fornecedor ou canal de distribuição e podem fornecer acesso a informações e insights valiosos, permitindo uma tomada de decisão mais ágil. 3. Fomentar uma cultura organizacional orientada para a inovação No contexto de mundo VUCA e BANI, uma cultura organizacional orientada para a inovação promove a adaptação rápida às mudanças, estimula a resolução eficaz de problemas complexos, impulsiona a busca por melhorias contínuas e permite a antecipação de tendências e oportunidades no mercado.  Além disso, uma cultura de inovação atrai e retém talentos qualificados, garantindo uma equipe engajada e motivada para enfrentar os desafios do ambiente de negócios. 4. Estimular uma mentalidade data-driven Em um ambiente VUCA, é crucial fomentar uma cultura organizacional que estimule uma mentalidade data-driven. Uma abordagem orientada a dados permite análises objetivas das operações, facilitando a adaptação rápida às mudanças e a antecipação de demanda. Para Douglas Marques Ferreira, fundador do Café com o Comprador, essa é uma das três habilidades essenciais que toda pessoa da área de compras deve desenvolver:  “Quando o comprador olha uma cotação, uma proposta ou relatório, ele precisa ser capaz de analisar o que aqueles números dizem. Dessa forma, o comprador vai conseguir performar melhor e vai ser mais estratégico usando essa capacidade de análise de dados”. 5. Investir em tecnologia de ponta Apesar dos avanços tecnológicos recentes e das inúmeras possibilidades que a tecnologia oferece, é surpreendente observar que muitas empresas ainda recorrem a métodos antiquados para gerenciar os riscos em suas cadeias de suprimentos. Em um ambiente VUCA e BANI, destaca-se a importância de investir em soluções que integrem tecnologias avançadas, como inteligência artificial, análise de dados e automação, para gerenciar riscos de forma mais eficaz na cadeia de suprimentos. Essas soluções proporcionam uma visão abrangente e em tempo real dos processos e fluxos de trabalho, permitindo uma identificação mais rápida e precisa de potenciais pontos de falha e ameaças. Além disso, ao automatizar tarefas repetitivas e oferecer insights acionáveis, as empresas podem tomar decisões mais estratégicas, mitigar riscos, garantir a continuidade das operações e manter a resiliência. Gostou desse artigo? Então compartilhe com sua rede e ajude outros compradores a descobrirem alternativas para enfrentar o desafio do mundo VUCA e BANI. E se estiver em busca de um ecossistema completo de serviços de procurement, que agrega inteligência ao processo de compras e eficiência às operações, conte com a Smarkets.

Insights da Global CEO Survey de 2024 para melhorar sua gestão de suprimentos

Um dos maiores temores vividos por profissionais da gestão de suprimentos é a possibilidade de quebra no fornecimento. Tais interrupções não apenas resultam em atrasos na produção e aumento de custos, mas também podem causar perda de receita e, até mesmo, danos à reputação da empresa. Antecipar demandas, identificar riscos potenciais e otimizar processos são aspectos cruciais para superar esse desafio e garantir o sucesso na gestão. No entanto, apesar de ser um conhecimento amplamente difundido entre compradores, por que muitos ainda lidam com tantas dificuldades nesse processo? Bom, não é novidade que a gestão da cadeia de suprimentos envolve uma série de complexidades variáveis e algumas razões pelas quais muitas pessoas enfrentam dificuldades na gestão incluem: Complexidade intrínseca: a cadeia de suprimentos moderna é inerentemente complexa, com múltiplos componentes, fornecedores, regulamentações e variáveis a serem consideradas.  Falta de visibilidade: a falta de visibilidade em tempo real em toda a cadeia de suprimentos pode levar a decisões baseadas em informações desatualizadas. Isso pode resultar em excesso ou falta de estoque, problemas de qualidade e atrasos nas entregas. Riscos inesperados: eventos imprevistos, como desastres naturais, pandemias, instabilidades políticas ou problemas de fornecimento, podem impactar significativamente a cadeia de suprimentos. A gestão de riscos eficaz é essencial, mas muitas vezes negligenciada. Falta de colaboração: a cadeia de suprimentos envolve várias partes interessadas, desde fornecedores até distribuidores. A falta de colaboração e comunicação eficientes entre essas partes pode levar a falhas na coordenação e na execução. Tecnologia desatualizada: a não adoção ou utilização inadequada de tecnologias avançadas, como sistemas de gerenciamento e análises de dados, pode limitar a capacidade de uma organização se adaptar rapidamente às mudanças e tomar decisões assertivas. Planejamento ineficaz: falhas no planejamento estratégico, na previsão de demanda e na gestão de estoques podem resultar em excesso ou falta de itens, impactando a eficiência operacional e a satisfação do cliente. Como podemos observar, a complexidade presente na cadeia de suprimentos é uma preocupação global que afeta diversos negócios e inquieta gestores em todo o mundo. Esta realidade está alinhada com os achados do Global CEO Survey de 2024, conduzido pela PWC, que revela as preocupações de lideranças com a viabilidade e a resiliência de suas empresas no longo prazo.Segundo os dados da pesquisa, tanto empresas brasileiras quanto internacionais compreendem a urgência das mudanças e a importância de gerar resultados positivos para seus stakeholders e para a sociedade como um todo. E, apesar dos desafios e riscos inerentes a toda mudança – especialmente quando se trata da transformação da cultura empresarial -, as empresas reconhecem a necessidade de adotar abordagens mais ousadas no presente e no futuro para permanecer relevantes no mercado. Você já ouviu falar no mundo VUCA? Ao falar dos desafios enfrentados na área de compras, é essencial considerar o contexto em que vivemos atualmente, o tal do mundo VUCA, uma sigla simples para um cenário bem desafiador no qual estamos inseridos, já que VUCA descreve um ambiente caracterizado pela Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade. Este mundo VUCA se manifesta em várias facetas do nosso dia a dia, apresentando desafios e incertezas que atravessam questões pessoais e globais. Seja pela volatilidade econômica, ambiguidade nas informações, mudanças frequentes nas políticas governamentais, evolução das dinâmicas sociais e mudanças tecnológicas constantes, sem falar no impacto das alterações climáticas. Esses exemplos ilustram como o mundo VUCA influencia diretamente nossa rotina, destacando a importância de desenvolver habilidades como resiliência, flexibilidade e capacidade de adaptação para lidar com os desafios que surgem em diferentes áreas da vida, incluindo o ambiente de trabalho e a forma como as empresas lidam com os mercados. Embora esses desafios possam parecer desanimadores, é importante ressaltar que há soluções viáveis. Lidar com essa complexidade requer habilidades analíticas avançadas e uma compreensão abrangente de todas as etapas da cadeia de suprimentos.  Felizmente, existem estratégias e ferramentas disponíveis para trazer mais fluidez e previsibilidade às operações, permitindo que as empresas ultrapassem os obstáculos com sucesso. Como vencer os desafios da cadeia de suprimentos no mundo de hoje? Em um mundo VUCA, a tecnologia desempenha um papel crucial na gestão eficaz da cadeia de suprimentos. Soluções como análise avançada de dados, automação e inteligência artificial oferecem insights em tempo real, aprimoram a visibilidade e facilitam a tomada de decisões ágeis. Combinados, esses elementos ampliam a capacidade de antecipação, resposta e ajuste rápido a cenários imprevisíveis, fundamentais para o sucesso na gestão da cadeia de suprimentos no mundo de hoje.  Para prosperar nesse ecossistema, é essencial estar preparado para se adaptar continuamente às mudanças nas condições de mercado. Essa adaptação passa pela tríade: Em outras palavras, se a eficiência é o destino, o caminho passa pela reinvenção contínua. É o que defende a pesquisa da Global CEO Survey deste ano, que citamos no começo desse artigo. O estudo revela que empresas de ponta concentram seus esforços não apenas em seus modelos de negócio, mas também nos modelos operacionais e de tecnologia que os sustentam – e elas fazem isso de forma contínua.  Conexões que geram valor Além disso, a pesquisa destaca que para alcançar o sucesso, os líderes devem considerar uma variedade de iniciativas e aplicá-las de forma combinada, com ênfase em parcerias de serviço para superar deficiências de capacidade no modelo operacional e acompanhar os avanços tecnológicos. “Esses ecossistemas colaborativos oferecem a melhor (e possivelmente a única) maneira de enfrentar desafios complexos e de grande envergadura.” Global CEO Survey de 2024, PwC Uma resposta eficaz para superar essas barreiras requer a adoção de estratégias que valorizem a personalização nos processos de compras, combinando a tecnologia com o apoio de uma equipe especializada capaz de identificar e atender às necessidades específicas e particularidades de cada organização, que leve em conta seus processos de compras, fornecedores, produtos e estratégias de negócios únicos. Essa abordagem não apenas otimiza a eficiência operacional, mas também capacita as organizações a enfrentar os desafios do mundo VUCA com resiliência e eficácia, posicionando as empresas para liderar a transformação tecnológica da cadeia de suprimentos e garantir uma vantagem competitiva duradoura.

Gestão de suprimentos em 2024: por onde começar?

Janeiro é conhecido como o mês dos planos e recomeços, e todo mundo que atua no setor da gestão de suprimentos sabe que planejamento e estratégia são pilares essenciais para o sucesso e sustentabilidade de uma organização. Esses elementos são a espinha dorsal que proporciona eficiência operacional, a adaptabilidade aos desafios do mercado e a entrega consistente de valor aos clientes. Empresas que apostam em um planejamento estratégico na gestão de suprimentos não apenas se posicionam um passo à frente, mas também se preparam com consistência para encarar as transformações no ambiente de negócios. Além disso, estratégias bem definidas ajudam a equilibrar custos, melhorar a qualidade dos produtos ou serviços e fortalecer parcerias com fornecedores. Dentro desse cenário dinâmico, o comprador pode recorrer à sua “caixa de ferramentas” (sim, todo comprador tem uma e chegou o momento de você se apropriar do seu kit!) para alcançar uma gestão que maximize a eficiência do negócio e traga mais previsibilidade e segurança às operações. Uma das ferramentas mais valiosas nesse contexto é a Matriz de Kraljic, uma veterana na área de suprimentos que, mesmo após quatro décadas, continua desempenhando um papel fundamental para quem atua no setor.  Nesse artigo, veremos que, com os recursos certos, é possível adotar estratégias que promovam a resiliência, a flexibilidade e a capacidade de resposta rápida a mudanças e fazer diferente em 2024. Não sabe por onde começar? Vem com a gente que o conteúdo a seguir pode te oferecer muitos insights. A tal da Matriz de Kraljic Criada por Peter Kraljic na década de 1980, a Matriz de Kraljic tem como objetivo auxiliar o gerenciamento estrategicamente de compras e suprimentos. A proposta por trás dessa ferramenta é classificar os itens comprados por uma organização com base em dois critérios principais: impacto no desempenho do negócio e risco de fornecimento.  Essa abordagem permite às empresas identificar e priorizar suas compras, concentrando mais atenção nas categorias de produtos ou serviços que têm impacto significativo no desempenho e apresentam maior risco de fornecimento. Representada em um gráfico de duas dimensões, a Matriz de Kraljic posiciona as categorias de produtos em quadrantes: Alavancável, Estratégico, Não Crítico e Crítico/Gargalo. Cada quadrante sugere diferentes abordagens de gerenciamento para otimizar o valor e a eficiência na cadeia de suprimentos. Ao longo dos anos, a Matriz de Kraljic consolidou-se como uma ferramenta amplamente reconhecida e essencial na administração da cadeia de suprimentos. E, até hoje, empresas seguem aplicando os princípios dessa ferramenta, que vem sendo aprimorada mediante o emprego de tecnologias modernas e integradas para otimizar ainda mais seus processos. Vamos entender esses elementos na prática sob a luz do modelo de compras 4.0, formato no qual a tecnologia e a inovação desempenham papéis centrais na transformação da gestão de compras. Matriz de Kraljic em um modelo de compras 4.0 Alavancável Iniciando com o quadrante Alavancável da Matriz de Kraljic, temos itens de baixa relevância para a organização, porém, com um elevado risco de fornecimento. Esses elementos são frequentemente categorizados como não críticos, mas apresentam um nível considerável de complexidade ou vulnerabilidade na cadeia de suprimentos. O foco neste quadrante está em alavancar oportunidades para melhorar a eficiência e reduzir custos, transformando itens anteriormente considerados secundários em fontes de vantagem competitiva. Renegociação de contratos, busca por alternativas de fornecimento e otimização de processos são estratégias eficazes para garantir resiliência na cadeia de suprimentos. Na indústria de eletrônicos, por exemplo, itens alavancáveis podem incluir componentes ou materiais que, apesar de terem uma importância relativamente baixa para o produto final, apresentam riscos significativos na cadeia de suprimentos, como chips genéricos, peças plásticas personalizadas e conectores de conexão ou cabos carregadores. Tecnologias inovadoras, impulsionadas pela Inteligência Artificial e integradas em plataformas colaborativas, simplificam análises conjuntas e fomentam decisões ágeis, sendo elementos essenciais do modelo de compras 4.0. Com uma equipe de especialistas dedicados e trabalhando colaborativamente, a solução da Smarkets para enfrentar os desafios de abastecimento dos itens alavancáveis consiste na oferta de uma Operação Integrada de compras, proporcionando um atendimento request-to-delivery. Esta abordagem é a evolução do que o mercado conhece como BPO de compras (Business Process Outsourcing), e traz não apenas o time de especialistas, como também inovação, gestão guiada a dados e apoiada em tecnologia. Esse processo abrange todas as etapas, desde a requisição de compras, passando pelo pedido até a entrega final do produto ou serviço, incluindo sourcing de fornecedores, abordagem de mercado, o processamento do pedido, follow up junto ao fornecedor, e, por fim, acompanhamento até a entrega ao cliente. Estratégico Os itens localizados no quadrante estratégico são caracterizados por serem de alta importância para a organização e apresentarem alto risco de fornecimento. Esses itens exigem uma atenção especial na gestão de compras devido à sua significativa influência no desempenho da empresa.  Exemplos incluem matérias-primas críticas, componentes únicos, tecnologias fundamentais, fornecedores estratégicos e produtos diferenciados. Na indústria de saúde, equipamentos de proteção individual e medicamentos específicos estão nesse quadrante. O modelo Compras 4.0 aprimora a gestão de suprimentos estratégicos com análise preditiva, inteligência artificial e automação. A solução Smarkets, com o Sourcing, foca na negociação estratégica, reduzindo o custo total desses itens. Não crítico Os itens não críticos, localizados na “curva C” da Matriz de Kraljic, têm impacto relativamente baixo no desempenho da empresa, mas apresentam risco de fornecimento significativo. Em outras palavras, esses são itens que, se não forem gerenciados adequadamente em termos de fornecimento, podem causar problemas na cadeia de suprimentos, embora seu impacto direto no desempenho da empresa seja considerado menor. Em uma indústria de alimentos, por exemplo, equipamentos de escritório ou material de limpeza são considerados não críticos. A estratégia para itens na “curva C” envolve esforços para reduzir o risco de fornecimento, como diversificar fornecedores ou estabelecer acordos de contingência.  No contexto do modelo Compras 4.0, tecnologias como inteligência artificial e automação amortecem os desafios associados à aquisição desses itens. É nesse cenário que a Smarkets Fast se destaca como uma solução desenvolvida para abordar especificamente as questões relacionadas à curva C, por meio de uma

O Futuro da Cadeia de Suprimentos: 5 Tendências para 2024

À medida que nos aproximamos de 2024, fica evidente que navegar pelas complexidades do mercado exigirá uma estratégia proativa que vá além da mera reação às demandas. Será necessário antecipá-las e abraçá-las, principalmente quando o contexto é a desafiadora área de procurement e da cadeia de suprimentos. Se a pandemia nos ensinou alguma coisa foi que para garantir o sucesso e a continuidade dos negócios as empresas vão precisar maximizar a resiliência e investir em processos mais transparentes, ágeis e sustentáveis. Alcançar esse resultado não é tarefa simples, mas com o uso da tecnologia e gestão adequada da cadeia de suprimentos é possível encontrar um caminho viável para potencializar os níveis de serviço, aumentar as receitas e minimizar os custos. A tecnologia na área de supply chain é como o fogo de Prometheus, iluminando a gestão e trazendo mais transparência aos custos e eficiência às operações. Não por acaso, segundo o relatório “Future Supply Chains: Resilience, Agility, Sustainability & Technology” divulgado pela Gartner em 2023, 82% dos executivos da área de procurement entrevistados disseram que planejam investir massivamente em tecnologia em suas operações nos próximos cinco anos. Esse investimento é impulsionado por uma série de fatores, incluindo: Entretanto, a tecnologia por si só não é suficiente. O fator humano será fundamental para adaptar, inovar e integrar novas possibilidades e estratégias, garantindo uma implementação eficaz e sustentável de tais soluções. Neste artigo, discutiremos algumas tendências para 2024, oferecendo insights aplicáveis ao seu negócio. O futuro chegou, e é crucial alinhar-se a ele para não ficar para trás. A automação de processos na cadeia de suprimentos está diretamente ligada à busca por precisão e eficiência, ao utilizar a tecnologia para realizar tarefas sem intervenção humana direta. Em 2024, tecnologias disruptivas como aprendizado de máquinas serão aprimoradas e incorporadas como necessidade estratégica para as empresas que procuram otimizar processos, reduzir custos e adquirir vantagem competitiva. Nesse contexto, a integração entre sistemas desempenha papel crucial na automação, permitindo comunicação eficiente entre diferentes softwares. Isso acelera os processos e traz mais eficiência e promove a transparência e conformidade das operações. Além disso, investir em tecnologias de automação traz mais precisão aos processos, leva ao aumento da produtividade e contribui para a redução de erros potenciais e trabalho repetitivo, liberando recursos humanos para tarefas estratégicas e de valor agregado. A pandemia evidenciou que abordagens tradicionais na gestão de riscos não são suficientes para os desafios dinâmicos nas cadeias de abastecimento. A capacidade de ser responsivo ao risco em tempo real será essencial para manter a continuidade das operações. Nos últimos anos, muitas indústrias ficaram vulneráveis a desastres naturais, conflitos geopolíticos e instabilidades econômicas, tornando imperativo que a área de procurement seja capaz de se ajustar a imprevistos, visando a minimização dos impactos externos e assegurando a resiliência essencial para a integridade de suas cadeias de abastecimento. Embora a comparação entre dados e petróleo não seja uma novidade, é inquestionável o valor que os dados ocupam no cerne das decisões, à medida que assumem um papel estratégico crucial na gestão digital da cadeia de suprimentos. É esperado que em 2024 a análise de dados ocupe o centro das decisões empresariais, utilizando o desempenho passado para prever situações futuras e orientar a tomada de decisões. A capacidade de analisar dados estruturados não apenas impulsiona a eficiência operacional, mas também confere resiliência e agilidade em um ambiente de negócios cada vez mais dinâmico e competitivo. No ecossistema interconectado da cadeia de suprimentos, a colaboração entre fornecedores e compradores assume papel ainda mais fundamental em 2024. Através de uma comunicação eficaz, é possível antecipar oscilações e dinâmicas do mercado. Para estabelecer uma comunicação eficiente com fornecedores, será necessário a formação de alianças entre os diversos atores da cadeia de suprimentos juntamente com a transmissão segura de informações. Isso implica na troca de dados referentes a demandas, imprevistos e projeções, através de sistemas integrados e éticos, construindo, assim, um ambiente que beneficie todos os elos envolvidos. Apesar dos avanços tecnológicos, o capital humano continuará sendo crucial para o sucesso das cadeias de suprimento. Investir em recursos que integrem a tecnologia com o elemento humano é a estratégia-chave que proporcionará maior eficiência, agilidade e soluções criativas para os desafios do setor. As previsões indicam que, em 2024, o valor do elemento humano, da inventividade e da flexibilidade na era das tecnologias disruptivas não pode ser subestimado. Em outras palavras, para alcançar uma gestão eficiente da cadeia de suprimentos, é essencial encontrar o equilíbrio certo entre a tecnologia e a interação humana. Em 2024, as empresas que abraçarem essas tendências digitais e comportamentais na gestão de suas cadeias de suprimentos estarão em uma posição privilegiada para enfrentar os desafios do mercado global e se destacarem em um ecossistema em constante transformação. É por isso que, mais do que nunca, a área de procurement necessita de profissionais que assumam o protagonismo nesse contexto de profunda disrupção. Gostou desse artigo? Não deixe de compartilhar com a sua rede. Vamos juntos transformar a área de procurement e suprimentos! 

Integração: Um Case de Sucesso na Indústria de Energia

Conforme já conversamos no artigo anterior Integração eficiente em suprimentos: quais os desafios?, hoje vamos falar sobre a ótica do cliente de uma grande empresa que passou pelo processo de Integração.  Recentemente a Smarkets teve o privilégio de trabalhar em parceria com uma respeitada indústria de energia renovável, proporcionando uma integração eficiente entre uma ferramenta de e-procurement e o sistema de gestão (ERP) da empresa. Neste artigo, exploraremos esse case de sucesso, destacando a experiência do cliente e os pontos chave que resultaram em uma transformação notável.   Proximidade e Engajamento   Um dos diferenciais deste case foi a estreita colaboração entre as áreas de Negócios (Compras) e a equipe de Tecnologia de ambas as empresas. A proximidade desde as fases iniciais permitiu um perfeito alinhamento dos fluxos de trabalho, garantindo agilidade na implementação da integração.   A sinergia entre as áreas propiciou a abertura para rediscussão de processos e práticas de mercado, auxiliando na definição de fluxos mais eficientes e adaptados à realidade do cliente  Alinhamentos Contínuos   A jornada não terminou com a implementação bem-sucedida da plataforma integrada, permanece com alinhamentos contínuos entre as áreas, com a participação da Smarkets. A maturidade de uso permite identificar desafios e explorar oportunidades de automação. Essa mentalidade orientada para a melhoria contínua não apenas garante a sustentabilidade da solução, mas também impulsiona a evolução constante dos processos de compra.   A percepção interna   “Acredito que com essa tecnologia integrada mudamos a gestão de compras, dando mais agilidade nos processos, com transparência, tanto para os usuários quanto para os compradores.”    Rafael Araújo Raimundo – Coordenador de Sistemas.   Essas palavras refletem não apenas a eficiência operacional alcançada, mas também a experiência positiva vivenciada durante todo o processo.   Conclusão: Transformação Sólida, Parceria Duradoura   Este case ilustra como a integração cuidadosa entre ferramentas de e-procurement e sistemas ERP pode resultar em uma transformação sólida nos processos empresariais. Além disso, destaca a importância da proximidade entre áreas de Negócios e Tecnologia, bem como o compromisso com a melhoria contínua para garantir resultados sustentáveis.   Na Smarkets, não apenas entregamos soluções técnicas avançadas, mas também construímos parcerias duradouras. Esta é mais uma prova do nosso comprometimento em impulsionar a eficiência e a excelência operacional para os nossos clientes.   Se você também busca uma transformação eficiente e personalizada, a Smarkets está pronta para ser sua parceira estratégica. Entre em contato conosco e descubra como podemos impulsionar o seu sucesso empresarial. 

Integração eficiente em suprimentos: quais os desafios?

A gestão de suprimentos é vital para o sucesso empresarial. A complexidade das operações em grandes organizações exige soluções tecnológicas avançadas para manter a integridade dos dados e a conectividade entre ferramentas e softwares, exigindo a integração de sistemas. Garantir a disponibilidade oportuna de insumos a um custo adequado é fundamental. Como garantir a eficiência da integração de sistemas? São muitos os desafios para que a conectividade de sistemas seja eficiente, desde a compreensão da necessidade real do seu negócio, até a escolha assertiva de uma tecnologia que se encaixe com o que você busca. Vamos ressaltar os pontos mais importantes para que esse processo não seja equivocado e, assim sendo, traga mais dificuldades do que resultados. 1. Objetivos claros e estratégicos; 2. Avaliação de sistemas existentes; 3. Escolha da tecnologia de compras; 4. Padronização de processos e dados; 5. Segurança e conformidade. 1. Objetivos claros e estratégicos A definição de metas e objetivos claros é o alicerce de qualquer projeto bem-sucedido de integração de sistemas. Esses objetivos devem ser alinhados com a estratégia global da empresa e devem ser orientados pelos resultados desejados. Aqui estão alguns questionamentos a serem feitos internamente: · Como a integração entre os sistemas A e B contribuirá para os objetivos gerais da empresa? · Quais problemas ou desafios específicos ela ajudará a resolver? · Como a integração apoiará o crescimento e a competitividade da organização? · Quais os indicadores de negócio que serão positivamente impactados pela integração? Estas respostas serão o termômetro inicial para avaliar a eficácia e sucesso do projeto no futuro. 2. Avaliação de sistemas existentes Antes de embarcar em qualquer projeto de integração de sistemas em suprimentos é essencial conduzir uma avaliação detalhada dos sistemas já em uso na companhia. Normalmente, o passo inicial para a integração é a análise do ERP (Enterprise Resource Planning) que faz a gestão administrativa da empresa. É neste sistema que será feita a leitura de dados e a inserção de informações de compras de maneira automatizada, tornando os processos existentes mais eficientes e menos dependentes do time de operação. Alguns ERP’s já possuem operações voltadas às rotinas de suprimentos. Neste processo, lacunas podem ser identificadas e uma análise se faz necessária para entender se o sistema atual atende aos novos objetivos que estão sendo vislumbrados. Além de lacunas, é importante identificar redundâncias. Elas podem ocorrer quando diferentes sistemas desempenham funções semelhantes, resultando em uma alocação ineficiente de recursos e esforços. Neste contexto, é importante determinar o protagonismo de cada sistema em cada parte do processo de suprimentos. 3. Escolha da tecnologia A seleção das tecnologias e ferramentas de compras é um passo crucial na jornada de integração. A escolha certa pode determinar o sucesso do projeto e sua capacidade de atender às necessidades da empresa. Atualmente, a maioria dos softwares já disponibiliza API’s (Application Programming Interfaces), ou seja, contam com uma porta preparada para a conectividade com outros sistemas. Essa solução tem sido muito utilizada pelas empresas e consiste na criação de uma conexão entre as aplicações envolvidas em todos os processos da organização. Tal conexão possibilita que os dados sejam transmitidos de um software para o outro em tempo real, sendo uma alternativa ágil e com redução de erros na transcrição de informações. Com API’s, as empresas também conseguem assegurar que os dados sejam criptografados, garantindo que a comunicação fique ainda mais segura. Integração por API Em sistemas complexos ou mais antigos que não possuem API’s, pode-se necessitar da utilização de middleware ou outras soluções de tráfego de dados como por RPA’s (Robotic Process Automation). Neste cenário, robôs são construídos e programados para captar ou preencher dados nas interfaces existentes em cada sistema, dentro de uma periodicidade definida (por hora, período ou diário).  Conectividade por Robôs (RPA) Em qualquer dos meios, certifique-se de que as ferramentas escolhidas sejam escaláveis e flexíveis o suficiente para se adaptarem às mudanças futuras.  4. Padronização de processos e dados  Para garantir uma integração fluida, é fundamental conhecer, rediscutir ou até padronizar os processos de negócios e os dados em toda a organização. A revisão permite conhecer e reconsiderar as prioridades de cada ação além de avaliar a aplicação de alternativas e abordagens mais inovadoras disponíveis em diversos sistemas. Já a opção de padronização simplifica a compatibilidade dos sistemas, mas pode demandar de tempo e de equipes especializadas, o que pode encarecer o projeto.   Em qualquer das hipóteses, assegure-se de que todos os stakeholders estejam alinhados com os padrões estabelecidos para manter a consistência e a qualidade dos dados.  5. Segurança e conformidade  A segurança dos dados e a conformidade com regulamentações desempenham um papel crítico. É imperativo implementar medidas robustas de segurança cibernética para proteger tanto os dados sensíveis da empresa quanto as informações dos clientes. Além disso, é vital estar atento às regulamentações pertinentes, como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e regulamentações específicas do setor, garantindo que a integração esteja em total conformidade.  Case Smarkets: Conectividade e experiência  O uso de ferramentas para integração se faz fundamental para automatização de rotinas, trazendo grandes economias de recursos humanos operacionais, mais confiabilidade, escalabilidade e tecnologia para seu negócio junto à Smarkets. Atualmente podemos nos conectar com ERP´s como SAP, Totvs, Oracle, entre vários outros, através de diferentes tecnologias e abordagens, a depender do projeto.  As API`s garantem, além da agilidade,  a sincronicidade das informações. Por exemplo, numa das operações integradas com a solução Smarkets FAST de catálogos, uma requisição criada no ERP é transitada para o FAST, pedido montado e retorna para as aprovações de alçadas no ERP em 220ms (milissegundos). Uma vez que o pedido é aprovado no ERP, o fornecedor recebe o pedido para faturamento quase que instantaneamente. Ou seja, o SLA de atendimento de pedidos como este baseia-se quase que unicamente no tempo do trâmite de aprovação em alçadas.  O foco é sempre a otimização dos recursos, sejam financeiros ou humanos. Podemos adotar agendamentos de atividades a serem processadas em horários de baixo uso da ferramenta e fora do horário comercial,